domingo, 17 de abril de 2016

Assembleia Arquidiocesana da Pastoral Carcerária 2016



      A Assembleia Arquidiocesana da Pastoral Carcerária deu início às 8hs 40min, no Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição, com a exortação inicial feita pelo Pe. Edvaldo, seguida do convite à leitura do texto bíblico presente em Lucas 15, onde narra à parábola do filho pródigo proclamado pelo Pe. José (Santa Maria). Para meditar a palavra de Deus foi realizado uma pequena Lectio Divina, levando a uma reflexão sobre a nossa experiência com os irmãos carcerários e a ter consciência de sempre acolher os pecadores, pois o propósito de Deus é perdoar. A coordenadora Arquidiocesana Rita acolheu a todos com alegria, manifestando a alegria de ver todos presentes, e completou dizendo que quem tem fé, não teme ao cárcere, pois sempre lembra da palavra pela qual diz: “estive preso e fostes me visitar”, encerrou parabenizando, e agradecendo a presença dos sacerdotes. Foram apresentadas algumas reflexões para aprofundamento de algumas realidade da pastoral carcerária, inclusive as palavras do arcebispo coadjuntor Dom João José Costa. Houve a eleição para coordenação arquidiocesana, como também, para os núcleos, a saber: coordenador: Givaldo/ Adjunto: Pe. Edivaldo; Secretaria: Ana Lúcia/ Adjunta: Marianubia ; Tesoureiro: Magal/ Adjunta: Ana França; Formação e espiritualidade: Pe. Christiano/ Adjunto: Pe. Alan.  Marcaram presença: Dom João Costa; Pe. Jânison de Sá; Pe. Christiano; Pe. Alan; Pe. David Ângelo; Pe. José (Sta. Maria); Frei Rosenildo; Frei João Paulo; Pe. Farias; Fraternidade O Caminho. A assembleia encerrou com a santa missa presidida pelo Pe. Arnaldo. 






















sexta-feira, 15 de abril de 2016

OBJETIVOS DA PASTORAL CARCERÁRIA


OBJETIVO GERAL:
Anunciar o Evangelho de Jesus Cristo às pessoas privadas de liberdade e zelar para que os direitos humanos e sua dignidade sejam garantidos no sistema prisional.

Específicos:
- Garantir o direito da população carcerária à assistência religiosa.
- Acompanhar os presos em todas as circunstâncias e atender emergencialmente suas necessidades pessoais e familiares.
- Priorizar a defesa da vida, bem como a integridade física e moral dos presos;
- Intermediar as relações entre os presos e familiares;
- Monitorar sistematicamente as condições de vida dos presos.
- Anunciar o Evangelho de Jesus Cristo aos cárceres e colaborar para que os direitos humanos sejam garantidos.
- Conscientizar a sociedade para a difícil situação do sistema prisional;
- Promover a dignidade humana;

- Motivar a criação de políticas públicas que zelam pelo respeito aos Direitos Humanos.

PASTORAL CARCERÁRIA E IRMÃOS DO PRESÍDIO CELEBRAM A MISSA DA PÁSCOA

    O dia 12 de abril, foi marcado por um encontro muito especial, no presídio CADEIÃO, a pastoral juntamente com os irmãos presidiários, celebraram com grande alegria a festa da Páscoa do Senhor. A celebração foi presidida pelo magnífico reitor do Seminário Maior Nossa Senhora da Conceição, Pe. Jânison de Sá, e concelebrada pelo Vice- Reitor da Filosofia, Pe. Christiano Silvestre além da presença da pastoral carcerária e dos seminaristas. O Pe. Christiano em sua homilia, lembrou a todos claramente a figura do apóstolo Paulo, nos levando a uma reflexão sobre esse homem que foi exemplo de conversão. A missionária da pastoral, Ana Lúcia, proferiu uma mensagem de alegria, para incentivar e convidar a viver profundamente o sentido do mistério pascal, como também, com próprias palavras agradeceu o tempo em que naquele ambiente exerceu sua atividade missionária, pois, terá uma nova missão no presídio feminino. Para encerrar esse momento houve uma pequena confraternização. Portanto, festejando esse pão vivo que desceu do céu e dá vida ao mundo, como nos disse o evangelho, nós nos alegramos com a ressurreição do Senhor, e rogamos sempre as bênçãos e as graças do nosso Deus.












segunda-feira, 11 de abril de 2016

Incidência de tuberculose nas prisões é 28 vezes maior que na população em geral

         

       O sistema prisional brasileiro tem 28 vezes mais incidência de casos de tuberculose que a população em geral, devido à superlotação e à falta de ventilação e luz solar nas penitenciárias. Segundo especialistas, os detentos respondem por 7% dos novos casos da doença a cada ano no Brasil.
Nesse cenário, o Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Controle de Tuberculose (PNCT), e o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (UNODC) apostam no projeto “TB Reach”, lançado em 2014 e que tem como objetivo detectar a doença mais rapidamente nas penitenciárias do país.
Inicialmente desenvolvida em três presídios dos municípios do Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (PR) e Charqueadas (RS) em parceria com secretarias estaduais, a iniciativa deve ser ampliada para prisões de outros estados.
“Acredito que a parceria entre UNODC e PNCT para a implementação do projeto nos presídios brasileiros tem sido de fundamental importância para conhecer e superar as dificuldades gerais enfrentadas pela população carcerária para aceder aos serviços de saúde, em particular, os desafios para o controle da tuberculose”, afirmou o representante do escritório de ligação e parceria do UNODC no Brasil, Rafael Franzini, durante evento sobre o tema realizado em Brasília no fim de março.
Segundo o médico para tuberculose da UNITAID (agência internacional da OMS que busca ampliar o tratamento, prevenção e diagnóstico do HIV, tuberculose e malária), Draurio Barreira, existe atualmente uma epidemia de tuberculose concentrada na população carcerária, que responde por 7% dos novos casos da doença a cada ano no país.
“O Brasil tem, claramente, uma epidemia de tuberculose concentrada na população privada de liberdade”, disse. “Se concentrarmos esforços nesse segmento da sociedade, certamente conseguiremos um controle mais efetivo da tuberculose no país”, afirmou.
As ações de controle da doença inserem-se no âmbito da agenda dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, que devem ser alcançados até 2030, lembrou a oficial do programa de HIV/Aids do escritório de ligação e parceria do UNODC no Brasil, Nara Araujo.
De acordo com a coordenadora-geral de reintegração social e ensino do Departamento Penitenciário Nacional, do Ministério da Justiça, Mara Barreto, os principais desafios do sistema prisional do país no que se refere à saúde dos detentos é a ambiência (condições físicas das penitenciárias) e a superlotação.
Na opinião da especialista, a solução para o problema não é construir mais presídios, mas repensar a maneira como o Brasil vem colocando o encarceramento como primeira opção para as execuções penais.

Fonte: ONU Brasil
(Disponível em: http://carceraria.org.br/incidencia-de-tuberculose-nas-prisoes-e-28-vezes-maior-que-na-populacao-em-geral.html )

domingo, 10 de abril de 2016

Papa Francisco lança nova Exortação Apostólica sobre a família

Confira no link abaixo a nova Exortação Apostólica Pós-Sinodal Amoris Laetitia...
Link aqui : http://w2.vatican.va/content/dam/francesco/pdf/apost_exhortations/documents/papa-francesco_esortazione-ap_20160319_amoris-laetitia_po.pdf

(Lembrete: Link não é um vírus)

ASSEMBLEIA ARQUIDIOCESANA DA PASTORAL CARCERÁRIA


Sintam-se todos convidados...


Significado da Logomarca da Pastoral Carcerária

           Muitas vezes observamos alguns símbolos ou até mesmo slogans (logomarcas), e nem sequer sabemos o significado, pensando assim, veremos uma breve explicação sobre o significado do símbolo representativo da Pastoral Carcerária.
   

       A logomarca da Pastoral Carcerária foi inspirada na essência e base dos serviços que a Pastoral presta aos presos de nosso país, alinhada ao seu slogan: “Estive preso e vieste me visitar”.
A logomarca foi desenvolvida em formato circular, simbolizando o ambiente onde atua e se faz a missão: o mundo, o nosso país (Brasil).
A cor verde remete à esperança, pela liberdade (exterior e interior) e pela mudança de vida.
Há uma colina estilizada, fortalecendo a presença do verde, da vida, da esperança de conquistar o seu espaço e também o encontro com nosso lar e familiares.
Ao lado direito, fazendo parte da colina, há a figura de uma pessoa, significando o preso liberto, que cumpriu sua pena e agora está livre, com seus braços abertos simbolizando sua nova vida, e seu formato lembra também uma estrela, que brilha com sua liberdade, é nova e vem ao encontro de sua família. A mesma figura significa o anúncio do Evangelho: Jesus Cristo, que liberta de todos os cárceres, e, ainda, a presença do agente de pastoral carcerária, presença de esperança.
Já ao lado esquerdo, há o detalhamento de grades, que formam 3 cruzes unidas, remetendo a Jesus Cristo na cruz e aos dois crucificados que estavam ao lado dele. O símbolo é um alerta ao preso sobre sua condição de apenado: ou opta-se pela murmuração ou pela conciliação com Deus, com o mundo e com as pessoas que o amam.
A fonte escolhida é robusta, forte, mostrando que todos nós temos que buscar a verdade, a nossa liberdade, com convicção.

Disponível em: http://carceraria.org.br/logomarca